Clínica Imagem e Imagem Mulher realizam exame de Mapeamento de Endometriose

Clínica Imagem e Imagem Mulher realizam exame de Mapeamento de Endometriose Pélvica profunda através de Ultrassonografia com preparo intestinal

A endometriose é uma doença que afeta cerca de seis milhões de mulheres no Brasil. Depois do ovário e do peritônio, o intestino é um dos locais mais frequentes para a sua manifestação.

Para efetuar o exame nessa região de maneira adequada, foi desenvolvido um exame específico, o ultrassom transvaginal com preparo intestinal, realizado pela Clínica Imagem e Imagem Mulher.

A paciente toma um laxante antes do procedimento, e com o intestino preparado, é possível localizar e mensurar o foco da doença, determinando quais as camadas intestinais prejudicadas, o número e a localização de lesões, além da distância em relação a borda anal, indicando o tratamento ideal e facilitando o planejamento da cirurgia.

Neste tipo de ultrassonografia são avaliadas as condições e qualquer alteração no útero, ovários, bexiga, ureteres distais, vagina e alças intestinais. É um exame dinâmico, que permite avaliar ainda a mobilidade dos órgãos e possíveis aderências.

A Clínica Imagem, que já possuía médicos com formação específica para o estudo de endometriose através de Ressonância Magnética(RM), agora se especializou no estudo por ultrassonografia para esse fim, disponibilizando o exame de Mapeamento de Endometriose Pélvica profunda através de Ultrassonografia com preparo intestinal para avaliação clínica completa e pré-cirúrgica.

Nas imagens 1 (end12), 2 (end11) e 3 (end13), uma paciente de 32 anos com volumoso foco de endometriose na região retrovaginal, infiltrando até a camada submucosa do reto. Na imagem 1 através da ultrassonografia com preparo, na imagem 2 através de uma imagem coronal T2 de RM com gel vaginal e na imagem 3 uma imagem axial T2 de RM com gel vaginal.

Nas imagens 4 (intest1), 5 (intest 2) e 6 (recevu2), uma paciente de 27 anos, com múltiplos focos de endometriose intestinal. Na imagem 4 através de uma imagem coronal T2 de RM com gel vaginal e soro retal e nas imagens 5 e 6 de ultrassonografia com preparo intestinal adequado.

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